segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Veja a classificação geral da LIGA PEDRA


1ºescudopackovic01549.51
2ºescudoPalestra JCC11544.38
3ºescudoREAL MATISMO AC11534.04
4ºescudoTOM FUTEBOL-21528.14
5ºescudoA.C. VIETNÃ01509.66
6ºescudoPACHOLLA FC /PHOÊNIX01489.67
7ºescudoPedracena F.C01444.31
8ºescudoBIOCHA F. C.01443.53
9ºescudoDELPRETO F.C.01369.2
10ºescudoTOMMAZELLI F.C.01329.12
11ºescudoANASTACIANO196601308.97
12ºescudoFDELPRETO FC01295.36
13ºescudoNeto Pacaembu FC201511267.36
14ºescudoTimão Dracena FC-11240.09
15ºescudoGomao01161.8
16ºescudoF.C SARTI11109.66
17ºescudomirostimao-11091.89
18ºescudoF.C.Vendramim0973.92
19ºescudokekaka futebol clube0964.36
20ºescudoDARAYA FC0925.02

Classificação da rodada do Cartola da Liga PEDRA


1ºescudoNeto Pacaembu FC20151663.12
2ºescudoBIOCHA F. C.456.93
3ºescudoPalestra JCC245.73
4ºescudoREAL MATISMO AC-138.93
5ºescudoANASTACIANO1966738.43
6ºescudoPedracena F.C-435.73
7ºescudoTOMMAZELLI F.C.835.43
8ºescudoTimão Dracena FC335
9ºescudoPACHOLLA FC /PHOÊNIX-534.63
10ºescudoGomao032.01
11ºescudopackovic-1031.43
12ºescudoA.C. VIETNÃ-531.23
13ºescudokekaka futebol clube730.8
14ºescudoDARAYA FC430.63
15ºescudoF.C SARTI129.37
16ºescudoFDELPRETO FC-327.15
17ºescudoDELPRETO F.C.-326.27
18ºescudoTOM FUTEBOL-1018.75
19ºescudoF.C.Vendramim014.57
20ºescudomirostimao-11-1.34

KKKKK


Este foi o primeiro jogador do mundo a receber primeiro o CARTÃO VERMELHO e depois o CARTÃO AMARELO


Para São Paulo, recuperação de Breno é principal legado de Osorio

Juan Carlos Osorio ainda tenta fazer com que a seleção do México aceite esperá-lo até o fim do ano, para que possa terminar a Copa do Brasil e o Brasileirão pelo São Paulo, mas deverá anunciar na próxima quarta-feira a saída do São Paulo. Em quatro meses no CT da Barra Funda, o trabalho de Osorio resultou em diversas mudanças técnicas no elenco. Mas entre bons momentos de Alexandre Pato, Paulo Henrique Ganso e Michel Bastos, aquele que o próprio treinador considera o grande protagonista do seu São Paulo é Breno.
Quando Osorio chegou ao São Paulo, Breno ainda não havia reestreado. Em poucas semanas de trabalho, o treinador surpreendeu ao dizer publicamente que estava apressando o retorno de Breno porque queria muito contar com ele. Em 9 de agosto, Osorio deu a Breno a oportunidade de entrar em campo depois de quatro anos e quatro meses longe, em retorno que marcaria o recomeço da carreira de uma das principais revelações são-paulinas da última década.
O zagueiro Breno virou volante. E para Osorio, é no novo posicionamento, como jogador mais defensivo do meio de campo, à frente da zaga, que Breno se torna o protagonista do time. "Quando está Breno, temos um equilíbrio muito bom entre o defensivo e o ofensivo. Com Breno foi um bom trabalho. Quando não está Breno, e está Thiago, a equipe é diferente. Quando esteve Breno a equipe foi dominante", falou o treinador no último sábado, após a vitória sobre o Atlético-PR, no Morumbi, na mesma entrevista coletiva em que fez um pronunciamento sobre a provável saída.
O São Paulo não teve Breno no último sábado. O volante, titular do time, se recupera de uma tendinite no joelho direito. Mesmo assim, esteve no Morumbi e acompanhou à partida e à provável despedida de Osorio de perto.

No São Paulo, internamente, o retorno de Breno em alto nível é considerado por membros do departamento de futebol como o maior legado da passagem de Osorio até aqui. Desde janeiro, ainda sob o comando de Muricy Ramalho, a comissão técnica trabalhou separadamente com Breno em programa de recondicionamento físico e prevenção de lesões, com atividades alternadas semanalmente dentro e fora do campo, com e sem bola. Quem trabalha no CT da Barra Funda destaca igualmente o grande empenho do jogador para voltar a jogar e para aceitar a nova posição, de volante, na qual agora se destaca.
A opção de fazer de Breno um volante foi uma ideia que partiu da escassez de opções. Quando Osorio viu o São Paulo perder Denilson e Souza, titulares do meio de campo, teve de investir em alternativas do elenco, uma vez que o clube não tem hoje disponibilidade financeira para contratar pagando caro. Como tinha apenas Hudson, Thiago Mendes e Wesley como volantes, sendo que nenhum deles prefere jogar na função mais defensiva da posição, fez testes com os zagueiros Breno, Lucão e Lyanco. Viu Breno renascer, ganhar a vaga e hoje ser tratado mais do que volante do que como zagueiro.
Juan Carlos Osorio elegeu quarta-feira para fazer um comunicado ao clube e possivelmente à imprensa sobre sua decisão. Se não conseguir negociar com o México a permanência até o fim do ano, aceitará o convite e deixará o Morumbi. A diretoria do São Paulo afirmou ao Blog do PVC que já tem o nome do substituto.

Santos vence Fluminense e esta no G4 após cinco anos. Veja os gols


Guerra dos agentes na Vila: representantes de Ricardo Oliveira são acusados de aliciamentos

GAZETA PRESS
Santos vive ambiente de guerra entre empresários ao longo de 2015
Santos vive ambiente de guerra entre empresários ao longo de 2015
O ambiente dentro do Santos tornou-se uma bomba-relógio nas últimas semanas. Principalmente por conta da novela de renovação do volante Thiago Maia, de apenas 18 anos. Nos bastidores, uma verdadeira guerra entre empresários. Como pivô, o agente Augusto Castro, que representa o atacante Ricardo Oliveira.
Em conversa com a ESPN, grupos de empresários disseram que os representantes do centroavante estão à frente da polêmica, aliciando diversos funcionários do clube. Isso, porque Ricardo Oliveira, além de capitão da equipe, é pastor evangélico de muitos atletas santistas e, segundo os relatos ouvidos, seus agentes estariam utilizando o nome do camisa 9 para se aproximar dos atletas.
"Estou sabendo da postura desses empresários - Augusto Castro, que é pastor de igreja e empresário, e Eduardo Mendes, seu funcionário - em aliciar vários jogadores do Santos. Estão falando no mercado que já estão trabalhando com o Thiago Maia. É antiética uma atitude dessas, sabendo que temos contrato com o atleta e uma gestão de carreira transparente com ele e sua família. Confio no meu atleta acima de tudo, e ele (Thiago) ainda me garantiu que não sairá da nossa empresa", disse Alexis Malavolta, representante de atletas do grupo Juan Figer, em contato com o ESPN.com.br. 
Por meio de sua assessoria, a empresa NB Sports também confirmou à ESPNo aliciamento dos agentes de Ricardo Oliveira ao volante Léo Cittadini, mas preferiu não dar uma declaração oficial.
Além de Ricardo Oliveira, a Goal Sports Promotion, que no começo do ano tinha apenas o centroavante como cliente no elenco alvinegro, agora também representa o santista Marquinhos Gabriel e conversa sobre parcerias com Léo Cittadini, Zeca e Daniel Guedes. A reportagem procurou na última sexta-feira o agente Fernando Otto para comentar eventuais aliciamentos em cima do meia Marquinhos Gabriel. Ele pediu para entrar em contato no dia seguinte, mas não atendeu mais aos telefonemas.
De forma oficial, a empresa de Augusto Castro, a Goal Sport Promotion, que também tem o empresário Oldegard Filho como sócio, afirma que não vai comentar acusações de aliciamentos sem fundamentos. Em conversa com a reportagem da ESPN por telefone, o próprio Augusto se defendeu sobre o tema Thiago Maia.
"Não vamos entrar no mérito de se estamos ou não estamos conversando com o jogador (Thiago Maia), pois temos uma orientação jurídica para não comentar. A pergunta é: se o garoto recebeu um carro, por que aceitou?", declarou. Explica-se: na semana passada, Thiago Maia foi presenteado por empresários com um Ford Fusion na cor branca, avaliado em cerca de R$ 110 mil.
Sobre insinuação de que a religião dos jogadores é utilizada para se aproximar dos atletas, Augusto também rebateu.
"Eu também sou evangélico e tenho formação pastoral. Se isso fosse verdade, porque o Geuvânio, que dorme toda semana na casa do Ricardo, não está sendo envolvido nesse processo de aliciamento? O agente dele, que é amigo nosso, nunca tocou nesse assunto. Outra coisa que te pergunto: se são 18 jogadores do Santos que assistem aos cultos do Ricardo, porque só quatro foram aliciados? Isso é conversa fiada, falácia. É uma covardia contra o Ricardo, pois se estivesse levando todo mundo para a balada ninguém falava nada. Pergunta aos jogadores: vocês ganharam dinheiro para assinar com o Augusto? Segunda pergunta: foi o Ricardo que influenciou vocês a assinarem com o Augusto?", afirmou.
DJALMA VASSÃO/GAZETA PRESS
Ricardo Oliveira está em meio a tiro cruzado entre agentes
Ricardo Oliveira está em meio a tiro cruzado entre agentes
Briga por comissão em renovação
À ESPN, Augusto Castro afirmou ter uma teoria sobre a origem das informações contra ele.
"Quem hoje está em rota de colisão com o Ricardo Oliveira é o (Luiz) Taveira. Escuta isso, é oficial: o Santos amanhã estará sendo notificado porque um atleta do Santos, que é o capitão do Santos, vem sendo ameaçado pelo Taveira por mensagem há vários dias e o jogador, que é o Ricardo Oliveira, não se sente mais confortável por isso e quer que o Santos tome uma providência. E é esse o assunto que está por trás de tudo o que você está falando", afirmou, avisando que um boletim de ocorrência chegará ao clube sobre o fato nesta segunda-feira.
Surpreendido pelas palavras de Augusto à reportagem, Taveira se explicou. Disse que trouxe o nome do centroavante ao clube no começo do ano, após insistir com a diretoria mesmo diante das recusas do então técnico Enderson Moreira, que queria Walter. E, depois, que participou do processo que prolongou o vínculo do jogador com o time alvinegro ao fim do Paulistão. Apontou que o Santos gerou um documento em maio que teria que ter a anuência de Ricardo Oliveira para o agente receber sua parte na comissão - que sairia dos cofres do clube -, e o atleta não quis assinar, o que gerou o imbróglio.
"Te mando todas as mensagens que mandei para ele (Ricardo Oliveira), se você encontrar uma ameaça você me fala. A última não foi para ele, foi para o empresário dele. Não foi nem o Augusto e nem o Oldegard que sentavam no Santos das 9h as 18h, não foram eles que brigaram com todo mundo para que o Ricardo chegasse no Santos. O mínimo que eu esperava era um reconhecimento. Eu fiz o trabalho mais bem feito que eles, que não tinham clube para o Ricardo. Não fui desonesto, não fui leviano, não fui eu que estipulei a comissão, foram os empresários dele. Eu consegui uma coisa que eles não conseguiam há oito meses para o Ricardo, que é um emprego. E o seu Ricardo não reconheceu o meu trabalho e não me deu o direito de receber o meu dinheiro até hoje. Você ficaria satisfeito com isso? Eu trabalhei para caramba. Eu cheguei a me humilhar. Tomei canseira de 10 horas no Santos em nome do Ricardo Oliveira. Um cara que falava comigo normalmente. Agi corretamente com ele e ele tinha que reconhecer o meu trabalho, pois ele estava desempregado", declarou o agente.
Após ser informado pela ESPN sobre as palavras de Augusto, Taveira também confirmou a respeito dos aliciamentos a atletas do Santos por parte dos agentes de Ricardo Oliveira.
"Querem entrar na vida de outros jogadores para tirar do Santos, e eu sou contra isso. E usam o Ricardo Oliveira para isso", definiu. "Quem trabalhou (para a vinda do centroavante e pela renovação) fui eu, que sou contra esses aliciamentos. Eu moro na cidade, e os próprios caras que estão fazendo os aliciamentos queriam levar o Ricardo embora depois do Paulista e eu não deixei, eu fiz eles valerem a palavra que eu dei para o Santos, e o Ricardo se voltou para mim e não sei porque", disse.
O agente também acrescentou que, em vez de falarem dele, os representantes do centroavante deveriam se preocupar com outras coisas.
"Ele (Ricardo Oliveira), hoje, com os empresários dele, vive aliciando todos os meninos do Santos para que o empresário dele seja o procurador, e eu não concordo com isso. Cada um que tenha o seu procurador. Eu moro em Santos e tenho responsabilidade com o Santos. Agora, eles (agentes de Oliveira) deveriam falar do monte de jogadores que indicaram aqui, que iludiram o Santos e não trouxeram nenhum, e no meio disso queriam empurrar outros, e o Santos não aceitou. Aí os caras querem dar uma de bonzinhos? Eles têm que falar o seguinte: que eles estão aliciando todo mundo no Santos por meio do seu Ricardo Oliveira para poder tirar os caras do Santos. E arrumando briga com outros empresários, coisa que eu não fiz", decretou.
Aliciamentos incomodam?
A ESPN ainda foi informada de que muita gente dentro do Santos anda incomodada com eventuais aliciamentos de empresários ocorridos no time alvinegro. O aborrecimento estaria atingindo, por exemplo, o ex-jogador Clodoaldo, que é consultor técnico no clube. Procurado pela ESPN, ele pediu: "Não quero me envolver nisso".
Já Luiz Taveira, que no começo do ano diz ter insistido ao lado do ex-volante e do ex-presidente Marcelo Teixeira para trazer Ricardo Oliveira, ao ser questionado sobre o assunto, confirmou. "Todo mundo está chateado com isso. Agora, quer dizer que eles podem aliciar quem quiserem aqui, que podem aparecer de bonzinhos depois que o seu Ricardo Oliveira fez contrato com o Santos? Aí queriam levar ele embora, e ele não assinava contrato?", explicou.
Taveira ainda relatou que os representantes queriam levar o atleta para o Grêmio, mas foi ele quem brigou pela permanência.
"Se eu te contar a história da assinatura do contrato (de renovação) você ficaria horrorizado. Um contrato que estava pronto, feito, e ele não queria assinar de jeito nenhum. 'Mas por que não quer assinar, Ricardo?' Por que queriam levar ele embora. E aí eu fui contra. E provei que tinha razão. Se fosse para o Grêmio, ele estaria na seleção? É uma incógnita. Ele (Ricardo Oliveira) tinha que agradecer a mim. Eu que sou o tonto que me indispus com todo mundo e não recebi? Eu comprei briga, pergunte para todo mundo no Santos se isso é mentira. E aí chega uma hora que vejo um cara pregar que tem que ser correto e vejo que ele não é correto comigo", concluiu.
R$ 1 milhão e 20% de Thiago Maia
Outra coisa que chegou à reportagem, por meio de fontes ligadas ao tema, é de que o Santos estaria oferecendo R$ 1 milhão, mais 20% dos direitos econômicos, para o caso de conseguirem convencer Thiago Maia a renovar. Questionado sobre a veracidade da informação, o presidente Modesto Roma Júnior negou veemente, em conversa com aESPN neste domingo.
"Isso é choradeira desse cidadão, sem comentários. Ele devia ter um pouco de dignidade ao invés de ficar chorando, pois ele é o maior aliciador de todos. Então ele que olhe para o próprio umbigo, pois é que mais alicia no futebol brasileiro", disse Modesto sem citar nomes, mas aparentemente referindo-se ao empresário Juan Figer, que hoje representa Thiago Maia e tem propostas do exterior pelo atleta.
Com apenas 18 anos, Thiago Maia é titular absoluto do time comandado por Dorival Júnior, mas tem contrato com o Santos apenas até fevereiro do ano que vem. O clube oferece mais cinco anos de contrato ao atleta, com salários que chegariam aos R$ 120 mil na última temporada do vínculo.

Assista aos gols do empate do Corinthians


Em súmula, árbitro não cita vermelho anulado: "nada houve de anormal"

O árbitro Jailson Macedo Freitas, responsável por apitar a goleada da Chapecoense sobre o Palmeiras, ignorou na súmula da partida a confusão que ele mesmo protagonizou no primeiro tempo ao expulsar Egídio e voltar atrás minutos depois. Seus assistentes também fizeram como se nada de estranho tivesse ocorrido no jogo.
No documento disponibilizado no site da CBF, as áreas de "Observações/Ocorrências" e "Relatório do Assistente" diziam "Nada houve de anormal" e "Nada houve". Nem na justificativa aos acréscimos da partida - foram sete no primeiro tempo devido à gafe cometida - algo além do corriqueiro foi escrito por Jailson: "Acréscimos devido às substituições, paralisações e entradas de maca".
Reprodução
Árbitro ignorou ocorrido na súmula
Ao SporTV, o ex-árbitro e hoje comentarista Paulo Cesar de Oliveira afirmou que a postura de Jailson é equivocada. "Ele deveria ter incluído essa informação na súmula, porque foi um fato mostrado. O jogador recebe cartão, vai para o vestiário e depois volta a participar do jogo", explicou. Segundo ele, a informação deveria constar no campo "Observações Eventuais", no qual Jailson escreveu mais uma vez "nada houve de anormal".
O árbitro também não falou dos problemas de rádio que teriam causado a demora na comunicação entre os membros da equipe de arbitragem, questão apontada pelo delegado da partida, Marco Antônio Martins, após o apito final.

Há quatro anos na Chapecoense, Wanderson enaltece importância da torcida por reação dos últimos jogos



Em momentos conturbados, muitas torcidas adotam medidas de cobrança, algumas vezes até com violência, para pressionar elenco, comissão técnica e diretoria na busca por melhores resultados. A nação alviverde da Chapecoense resolveu fazer diferente. Na última segunda-feira, após o time desembarcar em Chapecó na zona de rebaixamento do Brasileirão e com uma derrota de 3×0 contra o Sport na bagagem, alguns torcedores do Verdão foram recepcionar a equipe e ao invés de protestar preferiram incentivar o grupo.
Todo o apoio fez diferença nos últimos dias, que foram históricos para Chapecoense. Afinal, o time comandado por Guto Ferreira teve uma sequência de duas partidas na Arena Condá e conquistou resultados expressivos. O primeiro duelo foi diante do Libertad, quando o Verdão, mesmo com um time misto, empatou no tempo normal e conquistou nos pênaltis, sendo empurrado pela sua torcida, a vaga para as quartas-de-final da Copa Sul-Americana para encarar o River Plate. Ontem, nova festa alviverde com uma goleada de 5×1 da Chapecoense diante do Palmeiras, resultado que tirou o time catarinense da zona de rebaixamento da Série A.
Desde 2011 na Chapecoense e com mais de 180 jogos pelo clube, Wanderson enaltece a importância da nação alviverde para essa reação. “Aquela atitude deles nos recepcionando no aeroporto após a derrota para o Sport foi crucial. Conversamos com eles e garantimos que se esse apoio também acontecesse nas arquibancadas da Arena Condá iriamos sair dessa situação. Eles lotaram o estádio diante do Libertad e Palmeiras, apoiaram o nosso time desde o primeiro minuto e fizeram a diferença nessa nossa reação”, declarou o camisa 5 do Verdão.
Além de valorizar a torcida, Wanderson ressaltou o poder de entrega do elenco da Chapecoense. “Nosso time tem uma característica de muita garra, concentração e comprometimento. Sempre fazendo o simples com eficiência. Esse foi o nosso diferencial nos últimos jogos. Temos que manter essa pegada na reta final da temporada para atingirmos nossos objetivos”, concluiu.

Foto: Divulgação/Chapecoense