O Santos não conseguiu se impor diante do Cruzeiro neste domingo, no Pacaembu, e somou mais uma derrota no Campeonato Brasileiro, a quarta em sete jogos. Atuando diante de seus torcedores, os comandados de Jair Ventura pouco criaram, mas as chances limitadas pararam nas finalizações ruins, problema principal do time na tentativa de um melhor resultado.
A insatisfação dos torcedores com a atuação do time foi externada assim que dado o apito final. Todos os jogadores, assim como Jair, saíram de campo vaiados, fato que Rodrygo tratou como natural diante dos recentes resultados ruins. “Pode ter certeza que eu estou mais revoltado que eles. Eles são torcedores, eu sou jogador e também torcedor do Santos, então entendo”, disse o jovem ao canal Premiere.
Apesar de algumas jogadas criadas, o Santos pouco criou perigo à meta de Fábio. Ainda no primeiro tempo, Gabriel teve a principal chance do time santista na partida, mas acabou desarmado por Dedé. Já nos 45 minutos finais, os flancos do campo se tornaram a principal válvula de escape, por onde Bruno Henrique quase conseguiu deixar o seu. Para o mais novo “raio” da Vila Belmiro, porém, a as finalizações ruins determinaram o revés.
“Aconteceu hoje a mesma coisa do jogo passado. A gente pressionou, pegamos uma equipe mais forte também, tomamos um gol no erro de marcação”, avaliou. “Claro que uma derrota pesa muito, mas a gente precisa manter a tranquilidade e seguir com nosso trabalho, porque as coisas vão voltar a dar certo. O gol está faltando em todos os últimos jogos. Precisamos parar de tomar e voltar a fazer”, finalizou Rodrygo.
O lateral direito Mantuan foi o centro das atenções após a derrota corintiana por 2 a 1 para o Internacional. Chorando pela falha cometida no gol da vitória do Inter, entregando a bola no pé de Rossi, ele foi consolado por todos os companheiros e até alguns adversários, recebendo palavras que pediam força para superar o mau momento.
Grande líder do elenco e da defesa, o paraguaio Balbuena fez questão de orientar o companheiro a levantar a cabeça. Pedro Henrique, que o escoltou até o vestiário, passou por situação semelhante em 2016, numa derrota por 2 a 1 para o Galo, quando errou sua comunicação com Cássio e deixou Cazares livre para marcar.
O problema para Mantuan, no entanto, é que essa foi a terceira vez em que ele falhou em lances decisivos para uma derrota. A primeira foi na semifinal do Paulista, contra o São Paulo, no Morumbi, quando chutou em cima de Trellez e deixou o colombiano em condições de puxar o contragolpe. Frente ao Galo, não atacou cruzamento da direita e deixou Roger Guedes superá-lo para anotar o 1 a 0.
“Eu falei para ele que falhas todo mundo comete”, começou Balbuena, que relembrou outro jogador bastante marcado por falhas no final de semana: o goleiro Karius, do Liverpool, principal responsável pelos gols de Benzema e Bale na final da Liga dos Campeões.
“Ontem (sábado) mesmo estava vendo a final da Champions League, um goleiro de alto nível falhou daquele jeito. Ele tem que levantar a cabeça porque tem qualidade, se não não seria titular do Corinthians”, continuou o defensor, assegurando que não considerou a atuação tão abaixo da média da equipe.
“Todo jogo se sofre, hoje acho que o Inter fez um bom jogo, conseguimos abrir o placar muito cedo, eles tiveram mais posse de bola. Mas acho que tivemos chance para aumentar o placar e conseguir a vitória”, concluiu Balbuena.
Na tarde deste domingo, o estádio do Nogueirão, em Mogi das Cruzes (SP), recebeu o clássico entre Corinthians e Santos válido pela 10ª rodada do Campeonato Paulista Feminino e, com muito suor, quem levou a melhor foi o Timão, pelo placar de 3 a 2. Depois de sair atrás no marcador, a equipe mandante buscou o resultado e conseguiu a virada. No segundo tempo, tomou o empate, mas no finzinho da etapa complementar, marcou de pênalti e garantiu os três pontos.
Com o resultado, o já classificado Timão volta a vencer depois dois empates seguidos e vai a 25 pontos, se mantendo invicto e absoluto na liderança. O Peixe sofre sua segunda derrotada e vem logo atrás, na segunda colocação do grupo 2, com 14 pontos.
O próximo compromisso do Santos será novamente como visitante, desta vez contra a Portuguesa. O duelo acontece no Estádio do Canindé, no domingo dia 03 de junho, às 15h (de Brasília). O Corinthians, por sua vez, só volta a campo, pelo Paulista, daqui duas semanas, no dia 10 de junho, também às 15h (de Brasília), quando enfrenta fora de casa o Juventus.
Corinthians segue invicto no Campeonato Paulista (Foto: Sergio Barzaghi/GazetaPress)
O primeiro tempo foi bastante movimentado, com ambos os times marcando forte desde o início. Quem começou melhor, porém, foi o Santos, que conseguiu abrir o placar logo aos sete minutos. Alanna invadiu a área pela esquerda, ganhou a disputa de bola e bateu chapado e cruzado para balançar as redes e marcar seu sétimo gol na competição: 1 a 0.
Depois do gol, o Timão foi buscar o resultado e não tardou a conseguir o empate. Aos 11 minutos, Yasmin cobrou escanteio e Ana Vitória, bem posicionada, ganhou das zagueiras e mandou de cabeça para o fundo da meta adversária. O gol de empate é também o 11º da jovem atleta de apenas 19 anos no Paulistão.
O jogo seguiu bastante pegado, com chances para ambos os lados. O Santos chegou a levar mais perigo, mas aos 42 minutos, Ana Vitória aparaceu de novo para ampliar para o Corinthians. A bola sobrou na área e a joia da base do Timão mandou a bomba para desempatar a partida e levar a vantagem de 2 a 1 para o intervalo.
Na segunda etapa, o ritmo do jogo diminuiu bastante, para ambas as equipes. Com poucas chances de real perigo, o Santos não desistiu e chegou ao gol de empate aos 26 minutos. Alanna, autora do primeiro gol do Peixe, sofreu falta próxima da área e na cobrança, Cida subiu livre de marcação para cabecear em direção ao fundo do gol: 2 a 2.
O fim da partida pegou fogo. Aos 42 minutos, o árbitro marcou pênalti e Adriana converteu a cobrança, colocando o Corinthians novamente na frente. O Santos ainda tentou empatar e quase conseguiu se não fosse por belíssima defesa da goleira Lele.
O goleiro Karius, do Liverpool, foi o destaque negativo da final da Liga dos Campeões desta temporada, falhando bisonhamente em dois dos três gols da vitória por 3 a 1 do Real Madrid sobre a sua equipe. Desolado, o arqueiro, que chorou após o apito final, não escondeu sua tristeza.
“Eu não sinto nada agora. Hoje perdi meu time no jogo. Sinto muito por todos. Sinto muito por todos, pelo time, por todo o clube. Os erros nos custam caro”, disse o jogador, em entrevista concedida ao TalkSport, sem economizar nas frases de efeito.
“É muito difícil agora, mas essa é a vida de um goleiro. Você tem que levantar a cabeça novamente. Por enquanto, sinto muito por todos que essas metas nos custaram o título, basicamente”, concluiu.
Neste domingo, a Uefa divulgou o elenco ideal da ultima edição da Liga dos Campeões, terminada no sábado com o título do Real Madrid. O esquadrão conta com 18 jogadores selecionados a partir de uma avaliação técnica por posição. Dentre os nomes, quatro são brasileiros e fazem parte do plantel da seleção para a Copa do Mundo: o goleiro Alisson (da Roma), o lateral-esquerdo Marcelo, o volante Casemiro (ambos do Real Madrid) e o atacante Roberto Firmino (do Liverpool).
Grande nome do Brasil no Mundial, Neymar não foi escolhido pelos observadores técnicos da entidade, que optaram por Salah (do Liverpool), Messi (do Barcelona), Cristiano Ronaldo (do Real Madrid) e Dzeko (da Roma), além de Firmino, na formação do ataque.
No meio de campo, Kroos e Modric (do Real Madrid), Kevin De Bruyne (do Manchester City) e James Rodríguez (do Bayern de Munique) fazem companhia ao brasileiro Casemiro. O costarriquenho Kelor Navas (do Real Madrid) é a dupla de Alisson na meta. Dentre os defensores, Marcelo está ao lado de Sergio Ramos e Varane, dois jogadores merengues, e outros três nomes: Kimmich (do Bayern de Munique), Chiellini (da Juventus) e Van Dijk (do Liverpool).
Com isso, a equipe de Zinedine Zidane é a espinha dorsal da seleção da Liga dos Campeões com oito nomes. Vice-campeão, o Liverpool vem na sequência através de três jogadores. Os semifinalistas Bayern e Roma tem dois atletas, enquanto Juventus, Barcelona e Manchester City possuem apenas um.
Conforme publicado pela Gazeta Esportiva nesta sexta-feira, o Santos recusou a primeira investidadoBarcelona por Rodrygo. O clube catalão ofereceu 30 milhões de euros (R$ 127 milhões) pela promessa de 17 anos de idade, mas o Alvinegro não aceitaria liberá-lo por menos do que os 50 milhões (R$ 213 milhões) referentes à sua multa rescisória. Pedida esta que é considerada “exagerada” por parte do jornal Mundo Deportivo, conforme publicação neste sábado.
“Não é de se estranhar que os primeiros contatos entre os clubes não tenham obtido avanços na negociação”, escreveu o jornalista Gabriel Sans, que aponta para a consciência do Santos em blindar o atacante em função das diversas opções de mercado que este tem. A nota ainda estranha o fato de, meses atrás, o Peixe ter cogitado pedir uma quantia de 35, 40 milhões de euros pelo jovem.
Santos pede 50 milhões de euros por Rodrygo, de 17 anos de idade (Foto: Ivan Storti/SFC)
Ainda de acordo com a publicação, porém, a probabilidade do Santos conseguir segurar Rodrygo é pequena, mesmo que não aconteça já, em função da “vontade do jogador em vestir o azul-grená”. Por outro lado, o Mundo Deportivo ignora a irritação da diretoria do clube brasileiro pelo não pagamento de antigas dívidas por parte do Barcelona, que estaria devendo cerca de 15 milhões de euros ao Alvinegro Praiano.
O contrato assinado por Rodrygo no Santos vale até 2022, mas, na prática, o atleta tem vínculo por apenas mais duas temporadas e poderia sair de graça em 2020. Isto porquê, para a FIFA, o primeiro acordo profissional só pode ter duração de três anos. O Peixe tem 80% de seus direitos econômicos.
O Corinthians não fazia grande partida na tarde deste domingo, no Beira-Rio, mas levava ao menos um empate na bagagem para a viagem a São Paulo. Já nos acréscimos do segundo tempo, no entanto, o lateral direito Mantuan falhou bisonhamente ao tentar afastar um lançamento sem perigo do adversário e deixou a bola limpa para Rossi, sem goleiro, empurrar para a rede e assegurar a virada do Internacional por 2 a 1.
O garoto, que deixou o campo chorando muito pelo erro, já havia sido limpado por Lucca no gol de empate, de Damião. O Alvinegro, que não jogou futebol o bastante para pontuar no Sul, abrira o placar no começo da partida, com Mateus Vital. O Timão ficou zerado em termos de pontuação, estacionado nos 11. Os colorados, por sua vez, igualaram na pontuação, mas têm um gol de saldo a menos.
Na próxima rodada, os comandados de Osmar Loss terão pela frente o América-MG, às 18h (de Brasília) da quinta-feira, na Arena. Do outro lado, Odair Hellman e os colorados buscam o resultado diante do Vitória, às 19h30 (de Brasília) da quarta-feira, no Barradão.
Corinthians eficiente dá as caras
Depois de perder inúmeras chances de gol contra o Millonarios e levar um em uma das poucas subidas do adversário ao campo de ataque, o Alvinegro pareceu determinado a ser mais eficiente nas suas oportunidades. E não precisou de muito tempo para transformar essa determinação em resultado diante de um animado Inter, que tentou impor pressão desde os minutos iniciais.
Após rodar a bola bastante tempo entre os seus defensores, o Alvinegro viu os donos da casa partirem para a roubada de bola contra Balbuena, que acionou Jadson. Mesmo pressionado, o camisa 10 conseguiu proteger a chegada de Rodrigo Dourado, girou e acionou Roger na ponta direita. O centroavante recuou para Romero, que deu belo cruzamento para Mateus Vital, em boa movimentação, fazer o gol dentro da pequena área.
O tento foi a senha para os visitantes recuarem e darem a bola ao adversário, que quase conseguiu a igualdade aproveitando a força da torcida. Em bola que sobrou na área, Damião subiu mais alto que Walter e desviou para a pequena área, mas Henrique conseguiu chegar antes de William Pottker na bola e afastar.
Depois desse susto, o Timão conseguiu travar mais bem as jogadas do adversário, sofrendo ameaças apenas em alguns lances de bola parada. No principal deles, Lucca ficou com a sobra na lateral esquerda da área e chutou. A bola desviou em Mantuan e balançou a rede pelo lado de fora. No ataque corintiano, Romero foi o único ator, prendendo bastante a bola e sofrendo muitas faltas, diminuindo o ritmo até o intervalo.
Inter vibra mais e vira
O Internacional voltou para o segundo tempo disposto a usar a vibração da torcida a seu favor. Jogando muito mais na base da dedicação do que na tática, o time da casa foi para cima do Corinthians com a entrada de Nico López na vaga de Iago, buscando ter mais atacantes no entorno da área adversária.
Ainda que sem muita eficiência, o Inter aproveitou uma falha coletiva do rival para abrir o placar. Primeiro Mantuan deu o espaço necessário para o cruzamento de Lucca, Henrique ficou totalmente perdido dentro da área e deixou Leandro Damião livre para sói tocar a bola e fazer o seu gol.
O gol foi a senha para o Corinthians sair um pouco mais de trás e ao menos ameaçar Danilo Fernandes, tentando o seu segundo e terceiro chutes a gol pouco depois. Primeiro com Jadson, ao lado da meta colorada, o segundo em uma cabeçada de Mateus Vital, que parou em boa intervenção do arqueiro.
O Inter quase foi à frente com Moledo, que parou em linda defesa de Walter. O goleiro, no entanto, nada pôde fazer no último lance da partida. Mantuan foi cortar lançamento, não viu a saída do goleiro e ainda escorregou. A bola, então, ficou limpa para Rossi só tocar para o gol vazio.
FICHA TÉCNICA INTERNACIONAL 2 X 1 CORINTHIANS
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto A Data: 27 de maio de 2018, quinta-feira Horário: 16 horas (de Brasília) Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (PE) Assistentes: Clovis Amaral da Silva (PE) e Cleberson do Nascimento Leite (PE) Cartões amarelos: Iago, Edenílson, Leandro Damião (Internacional); Maycon (Corinthians) Gols:INTERNACIONAL: Leandro Damião, aos 19, e Rossi, aos 47 minutos do segundo tempo CORINTHIANS: Mateus Vital, aos cinco minutos do primeiro tempo
INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Zeca, Rodrigo Moledo, Klaus e Iago (Nico López); Rodrigo Dourado, Edenílson, William Pottker (Rossi), Patrick e Lucca (Juan Alano); Leandro Damião Técnico: Odair Hellmann
CORINTHIANS: Walter; Mantuan, Balbuena, Henrique e Sidcley; Paulo Roberto, Maycon, Mateus Vital (Pedrinho), Jadson (Marquinhos Gabriel) e Romero (Júnior Dutra); Roger Técnico: Osmar Loss
As quase 11 mil pessoas presentes no Estádio do Pacaembu viram uma atuação do Santos nada muito diferente das últimas partidas. Com dificuldades para criar, o time comandado por Jair Ventura pouco fez ofensivamente, principalmente no segundo tempo, e viu Vanderlei em mais uma grande tarde. O goleiro, porém, não evitou a derrota do Peixe por 1 a 0 para o Cruzeiro, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.
O primeiro tempo teve dois cenários bem distintos. Os 20 minutos inciais foram de muita intensidade, com ambos os times em busca do gol e criando boas chances. Aos poucos, o ritmo foi caindo e a posse de bola passou a ser a prioridade do Cruzeiro, que tentava conter a velocidade do Santos. Assim, porém, o Peixe criou sua melhor chance, no contra-ataque, com Gabigol, que foi interceptado por Dedé de forma providencial. Do lado cruzeirense, Rafael Sobis foi quem criou mais perigo.
A intensidade de parte dos 45 minutos iniciais não foi repetida em um minuto sequer do segundo tempo. Mesmo em casa, o Santos adotou uma postura cautelosa e passou a ter o contra-ataque como trunfo para sair com os três pontos. Do lado do Cruzeiro, a posse de bola era a estratégia e com ela saiu o gol da vitória. Aos 30 minutos, Bruno Silva aproveitou o desvio de Raniel no escanteio e colocou para o fundo da rede.
Nos minutos finais, o Santos tentou pressionar e Bruno Henrique por pouco não conseguiu o empate. Porém, a Raposa também esteve perto de ampliar a vantagem, com Rafael Sóbis. No fim do jogo, o time da casa saiu de campo sob vaias da torcida.
Gabriel pouco criou durante os 90 minutos da partida no Pacaembu (Foto:Sergio Barzaghi/Gazeta Press)
O JOGO
Como um jogo entre dois times que precisam do resultado, o início foi de bastante intensidade, com os dois ataques obrigando muito trabalho dos goleiros. Logo no primeiro minuto, Rafael Sobis tentou surpreender Vanderlei, mas teve o chute desviado. Na sequência, a resposta do Santos veio com Jean Mota, que tentou um arremate bonito no cruzamento de Dodô, mas concluiu nas mãos de Fábio.
A rápida movimentação do trio de ataque do Peixe formado por Gabriel, Rodrygo e Sasha é sempre uma preocupação para os adversários e atenção redobrada é a palavra de ordem. Porém, Léo se complicou na saída de bola e tocou nos pés do camisa 10 santista, que cortou para o meio e testou o goleiro do Cruzeiro, providencial para espalmar. A resposta mineira, aos 11 minutos, foi com Sobis, que bateu rasteiro e sem grande perigo para Vanderlei.
Aos poucos, a partida perdeu em intensidade e o Cruzeiro passou a ser melhor. Se Léo quase entregou do lado mineiro, Gustavo Henrique fez questão de “retribuir” o presente. O zagueiro errou o passe na saída de bola e deixou com Robinho, que acionou Rafael Sobis na entrada da área. O atacante pegou firme e obrigou grande defesa do arqueiro santista.
Jogando em casa, o Santos voltou a sofrer com a falta de criatividade e continuou apostando nos flancos do campo para as jogadas mais promissoras. Uma das mais perigosas, porém, veio em uma grande jogada de Rodrygo, que atuou mais centralizado no primeiro tempo. Aos 35 minutos, o “raio” acionou Gabriel para sair sozinho em direção à Fábio, mas o camisa 10 não contava com a recuperação de Dedé. O zagueiro alcançou o rival e deu o bote preciso antes do chute.
A intensidade do primeiro tempo ficou no vestiário assim que os times foram para o intervalo. Na segunda etapa, as propostas estavam bem definidas e, enquanto o Cruzeiro tinha a bola e trocava passes em busca de espaço, o Santos apostava na boa aplicação defensiva e nos contra-ataques para assustar Fábio.
As chances, sem grande perigo, criadas pela Raposa nos 20 minutos iniciais fizeram Jair Ventura atender às solicitações dos torcedores presentes no Pacaembu que, desde o intervalo, pediam a entrada de Bruno Henrique. O atacante, em sua reestreia na temporada depois de problemas físicos e clínicos, conseguiu uma boa arrancada logo em seu primeiro lance, mas acabou perdendo o ângulo para conclusão.
Aos 29 minutos, o Cruzeiro conseguiu sua melhor chance na partida. Raniel aplicou um grande chapéu e encontrou o caminho livre para avançar, mas abriu grande bola do lado direito para Robinho. O meia saiu cara a cara com Vanderlei e tentou encobrir o goleiro santista, que operou um milagre e pôs para escanteio. Na cobrança do tiro de canto, porém, a grande intervenção do arqueiro do Peixe pouco adiantou. Bruno Silva aproveitou o desvio e testou para as redes.
Atrás no placar, o Santos ensaiou uma pressão na reta final da partida e abriu espaços para o contra-ataque do Cruzeiro. Bruno Henrique quase marcou em sua reestreia na temporada e Sobis, do outro lado, fez tudo certo, mas a bola saiu rente à trave de Vanderlei.
FICHA TÉCNICA SANTOS 0 X 1 CRUZEIRO
Local: Estádio do Pacaembu Data: 27/05/2018 Horário: 16h (de Brasília) Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR) Assistentes: Pedro Martinelli Christino (PR) e Luciano Roggenbaum (PR) Público: 10.670 pessoas Renda: R$ 349.730, 00
GOL: Cruzeiro: Bruno Silva, aos 30 minutos 2T
CARTÕES AMARELOS: Cruzeiro: Henrique, Egídio, Robinho Santos: Diego Pituca
SANTOS: Vanderlei, Daniel Guedes, Gustavo Henrique, David Braz e Dodô; Diego Pituca (Bruno Henrique), Renato (Léo Cittadini), Jean Mota; Rodrygo, Gabriel e Eduardo Sasha (Yuri Alberto). Técnico: Jair Ventura
CRUZEIRO: Fábio; Edílson (Lucas Romero), Dedé, Léo e Egídio; Henrique, Lucas Silva, Robinho, Thiago Neves (Raniel); Rafael Sobis e Sassá (Bruno Silva) Técnico: Mano Menezes
Após perder na estreia para o Vila Nova-GO, o Avaí se recuperou e vem embalado neste começo de campeonato. Já são 5 rodadas sem derrota na Série B do Brasileirão e o desempenho destes últimos jogos é bastante positivo. Dos 15 pontos possíveis, a equipe somou 11, foram 3 vitórias e 2 empates. Além disso, marcou 11 gols e sofreu 4.
Um dos responsáveis pelo bom momento azurra, é o lateral-direito Renato que, das últimas 5 partidas, balançou as redes 4 vezes. O jogador avalia a boa fase e ressalta o crescimento da equipe. “Nosso time tem muito potencial e está conseguindo mostrar isso em campo, estamos evoluindo a cada jogo. Conseguimos ótimos resultados nas últimas rodadas, que nos dão mais tranquilidade e confiança para a sequência da Série B. Sabemos da nossa capacidade e vamos manter o foco para continuar nesse ritmo. Estou feliz pelo momento e por poder ajudar o Avaí, mas sei que a gente tem muita coisa pela frente, a caminhada é longa”, analisou o atleta, que busca seu 2º acesso com a camisa do clube catarinense.
Na 6ª posição, com 11 pontos em 6 jogos, o Avaí terá pela frente 2 partidas seguidas em casa. Amanhã (25) enfrenta o Paysandu e, na próxima sexta-feira (01), o Criciúma. “Conseguimos 2 grandes resultados fora e agora temos que repetir em casa. Estamos em busca do G-4 e sabemos da importância desses confrontos na Ressacada. Acredito que serão partidas bem disputadas, até porque o Paysandu nesse momento é nosso adversário direto e, contra o Criciúma, tem toda aquela questão de ser um clássico regional”, concluiu.
Único invicto ainda no Brasileirão da Série A, o São Paulo terá um adversário complicado pela frente neste final de semana. É o que acredita Régis, uma das armas tricolores na competição até aqui. Podendo jogar em várias posições, ele alerta para a força do América Mineiro como mandante.
Os números comprovam. Em três duelos até então disputados em casa, nada mais nada menos que 100% de aproveitamento para o Coelho. O rival do tricolor paulista já despachou Sport, Vitória e Botafogo. “Eles são fortes jogando na casa deles e não é de hoje. Ano passado tiveram um aproveitamento excepcional como mandante, até por isso foram campeões da Série B e subiram com méritos. Temos que estar atentos. O América tem um time forte, com jogadores rodados. Estamos estudando bastante a equipe deles durante essa semana”, afirmou o jogador, que já fez 9 jogos com a camisa do time tricolor.
Para Régis, o São Paulo precisa manter seu mesmo estilo de jogo. E tem que ser letal em caso de oportunidades de gol. “Deve ser aquele jogo pegado, com poucas chances. O time deles é bem encaixado, ainda mais jogando em casa. Temos que matar quando as chances aparecerem. É manter nosso padrão de jogo. Gostamos de ter a bola e não podemos mudar isso. Mas tem que ser letal quando criarmos. Estamos trabalhando muito nessa semana e vamos fazer de tudo para conquistar um ótimo resultado fora de casa”, finalizou.
América Mineiro e São Paulo se enfrentam neste domingo, às 19h, no Independência.
Uma ”chuva de gols” marcou a estreia do Coritiba no Campeonato Paranaense sub-17. O time alviverde venceu o Rio Branco por 6 a 0 e iniciou o torneio na liderança do grupo C. A partida ocorreu no último sábado (19), no Centro de Treinamento Bayard Osna.
Capitão do Coxa no triunfo sobre o Rio Branco, o zagueiro Fábio Bogler celebra a boa estreia da equipe no estadual. ”Foi uma estreia muito boa, o grupo teve um ótimo desempenho. Esperávamos fazer um bom jogo e conseguimos. Além disso, é um orgulho para mim poder vestir a braçadeira de capitão desta equipe. Gosto deste peso da responsabilidade, do respeito dentro de campo. Me sinto bem assim”, disse o defensor, de 17 anos, que acumula convocações para as seleções brasileiras sub-15 e sub-17.
Na última temporada, Fábio Bogler foi um dos destaques do Coritiba no vice-campeonato do Paranaense sub-17. Apesar do bom desempenho, o zagueiro quer que em 2018 as coisas sejam um pouco diferentes. Por isso, destaca a determinação do grupo alviverde na busca pelo troféu do principal torneio de base do estado. ”Queremos o título deste campeonato. O grupo está focado, trabalhando muito. Vamos lutar cada vez mais para conseguirmos buscar o que escapou no ano passado”, concluiu.
Após a goleada por 6 a 0 sobre o Rio Branco, a equipe sub-17 do Coritiba volta a campo no próximo sábado (26). Às 10h30, o Coxa visita o Paraná Clube, pela segunda rodada do estadual da categoria. Presente no grupo C, o time alviverde ainda irá enfrentar Iraty, Londrina e Grecal FC.
Contratado no fim de abril como reforço tricolor, Luan Peres precisou de pouco tempo para mostrar seu potencial. Com apenas 23 anos, mas titular por onde passou, o defensor já consta entre os 11 iniciais de Abel Braga. Foi assim nas últimas duas partidas do Fluminense. E deve ser assim mais uma vez neste final de semana.
O Flu vai medir forças com a Chapecoense. Para Luan Peres, um dos duelos mais complicados até então para a equipe carioca. “Estamos nos preparando bastante. Sabemos que vai ser um jogo complicado demais. Além da Chape ter um grande time e vários jogadores rodados, eles estão um pouco mais para baixo na tabela e perderam o último jogo. Vão querer pontuar. Temos que ter atenção do primeiro ao último minuto. É manter nosso padrão de jogo que apresentamos nessa última partida para conquistar mais um bom resultado”, afirmou o defensor, que tem três jogos pelo Fluminense até então e estava na Ponte Preta.
O time tricolor terá novamente um apoio fundamental. É o que espera Luan Peres. Para o zagueiro canhoto, o torcedor está do lado do elenco. “Quem viu nossos jogos aqui no Rio sabe o que o torcedor do Flu está fazendo. Eles são diferenciados. Estão nos apoiando sempre. Contra o Atlético Paranaense entenderam nossa postura e apoiaram até vencermos. Estão nos ajudando. Espero que seja assim mais uma vez contra a Chapecoense. Com a torcida tricolor do nosso lado somos muito mais fortes dentro de campo”, finalizou o jogador, que já soma 22 partidas na temporada.
Fluminense e Chapecoense vão medir forças neste sábado, às 16h, no Maracanã.
De ressaca após a derrota por 1 a 0 para o Sport, no último sábado, na Vila Belmiro, o Santos voltou a treinar cheio de desfalques na tarde desta segunda-feira. Além de Zeca e Ricardo Oliveira, que continuam fora de combate, o técnico Levir Culpi não contou com Thiago Maia, com virose, e Kayke, gripado.
O volante foi vítima de uma forte virose, chegou até a ir para o hospital e não apareceu no CT Rei Pelé. Por conta disso, o comandante do Peixe não sabe se contará com o jogador no duelo contra o Flamengo, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Rio de Janeiro, pelas quartas de final da Copa do Brasil.
Já Kayke, entrou em contato com a comissão técnica informando que estava com gripe e foi poupado da atividade. Porém, o atacante não deve ser desfalque diante do Rubro-Negro. Em contrapartida, o zagueiro David Braz, que cumpriu suspensão diante do Sport, treinou normalmente e não será problema.
Por fim, Ricardo Oliveira e Zeca seguem fora e nem viajam para o Rio de Janeiro. O camisa 9 já está recuperado de contusão no joelho esquerdo, mas foi mais uma vítima da gripe e continua fora. Já o lateral-esquerdo, por sua vez, continua fazendo trabalhos de prevenção após sentir dores na panturrilha esquerda.
Caso Kayke e Maia não tenham condições de jogo, o Peixe entrará em campo na quarta-feira com: Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Lucas Veríssimo e Jean Mota (Caju); Renato, Leandro Donizete (Alison) e Lucas Lima; Bruno Henrique, Copete e Vitor Bueno.
A contratação mais cara do Flamengo em 2017, Everton Ribeiro chegou nos braços da torcida, fez a sua estreia com vitória diante do Bahia e mostrou que será uma peça muito importante para o clube ao longo da temporada. Além disso, o meia recebeu também a benção do maior ídolo da história Rubro-Negra, Zico. Em entrevista ao canal do ex-camisa 10, o novo reforço falou sobre a chegada ao Rio de Janeiro, desejo de títulos pelo Fla e retorno à Seleção Brasileira.
"Eu espero fazer uma história parecida com a sua né? Quatro vezes campeão brasileira. Espero poder fazer um pouquinho para ajudar o Flamengo", disse Everton Ribeiro ao Galinho Zico.
Empolgado com a chegada do meia, Zico deu a benção ao jogador e desejou muito sucesso em sua passagem no clube. Durante a entrevista, Everton Ribeiro falou sobre época em que jogou na lateral-esquerda e o retorno para o meio-campo.
"Eu sempre fui meia, desde a minha infância sempre gostei de jogar do meio para o ataque. Lá no Corinthians, tava na época de jogar com três zagueiros e ala, que não marcava tanto. Ai comecei a jogar de ala, deu certo, fui para a Seleção sub-20, campeão Sul-Americano, com o Rogério Lourenço. Quando voltei ai falei com meu empresário para voltar para o meio-campo. Onde me sentia bem, estar perto do gol".
Revelado nas categorias de base do Corinthians, o jogador teve poucas oportunidades mas ainda assim ficou com uma boa impressão do técnico Tite, hoje comandante da Seleção Brasileira.
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Everton Ribeiro seleção header
(Foto: Getty Images)
"Depois da eliminação para o Tolima, eu pedi para sair, para ter uma sequência de jogos no Coritiba, ter uma chance de jogar. A gente sabe que o pessoal da base as vezes não tem tanta chance e bem na época tinha o Ronaldo, época de mais contratações aí fiquei meio sem espaço. Lembro quando falei com o Tite que ia embora, ele pediu desculpas por não poder me utilizar, me desejou boa sorte. O Tite já me conhece, vamos ter que fazer uma amizade de novo", falou em tom de brincadeira.
Craque do Brasileirão em 2013 e atravessando grande fase com a camisa do Cruzeiro, Everton Ribeiro revelou que tinha esperança em disputar a Copa do Mundo de 2014, mas acabou ficando de fora do torneio.
"Eu tinha esperança(de disputar a Copa), quando terminou 2013 e a gente foi campeão e eu fui considerado o melhor daquele ano esperava ter uma chance ainda que perto da Copa, mas ter uma chance, mas a gente sabe que são escolhas, depende muito do treinador eu continuei trabalhando e essa convocação só veio depois da Copa. Mas eu fiquei tranquilo, a gente sabe que o Brasil é bem servido de jogador".