domingo, 15 de março de 2015

Hamilton vence abertura da F1 com Massa em 4º e Nasr em 5º

O britânico Lewis Hamilton começou a temporada de 2015 da Fórmula 1 da mesma forma que encerrou a anterior: vencendo. O piloto da Mercedes, bicampeão mundial da categoria, conquistou neste domingo o Grande Prêmio da Austrália da categoria, em uma prova com boa participação de Felipe Massa, quarto, e excelente estreia de Felipe Nasr, o quinto.
A segunda colocação em Melbourne foi do alemão Nico Rosberg, companheiro de Lewis Hamilton na equipe Mercedes. O filho de Keke Rosberg, no entanto, pouco ameaçou o britânico bicampeão da categoria durante a corrida e precisou se contentar com um lugar no pódio, que também teve Sebastian Vettel.
O alemão da Ferrari levou a melhor sobre o brasileiro Felipe Massa, que largou em terceiro. O piloto paulista manteve o posto durante o primeiro trecho da corrida, mas perdeu o lugar nos boxes para Vettel e não conseguiu mais acompanhar o ritmo do tetracampeão mundial.
Atrás de Massa em Melbourne ficou o também brasileiro Felipe Nasr, que fez excelente estreia na categoria de elite do automobilismo mundial. O brasiliense da Sauber largou em décimo e na primeira curva pulou para sexto. Na relargada da quarta volta, foi a quinto.
Destaque da corrida na Austrália, ele segurou concorrentes de peso como Daniel Ricciardo e Kimi Raikkonen no primeiro trecho de prova e recebeu a bandeira quadriculada na quinta posição, a melhor estreia de um piloto brasileiro na história da Fórmula 1.
AFP
Sem sustos, Hamilton conquistou a primeira prova da temporada da Fórmula 1
Daniel Ricciardo foi o sexto, à frente de Nico Hulkenberg, Marcus Ercisson, Carlos Sainz Jr. e Sergio Pérez, que completaram os dez primeiros colocados. O britânico Jenson Button foi o 11º e último colocado com a McLaren, o único fora da zona de pontuação.
A corrida em Melbourne neste domingo teve apenas 15 carros. Valtteri Bottas, companheiro de Felipe Massa na Williams, ficou de fora da prova por causa de uma lesão nas costas que o atrapalhou já no treino classificatório. Kevin Magnussen e Daniil Kvyat, da McLaren e Red Bull, ficaram parados no caminho entre os boxes e o grid com problemas em seus carros.
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O piloto da McLaren, que substituía o espanhol Fernando Alonso, acidentado na pré-temporada em Barcelona, viu o motor de seu carro estourar. Já o russo sofreu uma quebra de câmbio e não chegou a fazer sua estreia pela Red Bull.
A segunda etapa do calendário da Fórmula 1 é o Grande Prêmio da Malásia, em 29 de março, provavelmente com 20 pilotos no grid. Além dos ausentes de Williams, McLaren e Red Bull, a prova em Sepang deve ter a estreia dos dois pilotos da Manor Marussia, que não conseguiu aprontar seu carro a tempo para a corrida na Austrália.
A prova - A quantidade de carros na prova em Melbourne ficou ainda menor já na volta inicial. Na primeira curva, o venezuelano Pastor Maldonado rodou após ser tocado em briga por posições com Felipe Nasr e foi parar no muro de proteção, causando a entrada do safety car. Seu companheiro de Lotus, Romain Grosjean também abandonou.
Nasr tocou em Maldonado ao tentar desviar de Kimi Raikkonen, que errou a tomada da primeira curva e retornava à pista. O piloto brasiliense aproveitou a confusão na largada e pulou para a sexta colocação. Lewis Hamilton sustentou a ponta, seguido por Nico Rosberg, Felipe Massa, Sebastian Vettel e Carlos Sainz Jr.
Na relargada na quarta volta, Nasr conseguiu a ultrapassagem para assumir a quinta posição já em sua primeira corrida na Fórmula 1. As Mercedes precisaram de apenas um giro para disparar na frente, brigando entre si pela ponta e deixar o restante do pelotão em outra disputa.
Dos que brigavam por um lugar no pódio, o brasileiro Felipe Massa foi o primeiro a parar nos boxes para troca de pneus, na 22ª volta. Ele voltou à pista na sexta colocação, logo atrás do australiano Daniel Ricciardo. O brasileiro precisou de apenas um giro para pular para quinto, com a parada do piloto local, mas acabou perdendo tempo precioso em relação a Vettel, que ganhou nos boxes a posição.
AFP
Felipe Nasr foi um dos destaques da corrida em Melbourne, levando a Sauber ao quinto lugar
Os pit-stops de Massa e Vettel deram a Nasr a terceira colocação provisória de sua corrida de estreia. O brasileiro da Sauber foi aos boxes na 26ª volta, uma depois de Lewis Hamilton, e retornou à pista em oitavo.
Com os pneus médios nos carros, o alemão da Ferrari teve desempenho melhor do que o brasileiro da Williams e aos poucos foi abrindo vantagem na terceira posição. Kimi Raikkonen, que fazia prova com estratégia diferente dos demais, ficou pelo caminho na 42ª volta, logo após voltar de sua segunda parada nos boxes na quinta posição. Uma das rodas de seu carro não foi afixada corretamente durante a troca de pneus.
O carro de Felipe Massa começou a render melhor do que o de Vettel nas 15 voltas finais, dando esperanças ao brasileiro. O piloto da Williams aumentou o ritmo tentando buscar um lugar no pódio, mas não foi o suficiente. Hamilton foi o primeiro a receber a bandeira quadriculada, seguido por Rosberg, Vettel, Massa e Nasr.

Veja o resultado do Grande Prêmio da Austrália de Fórmula 1: 
1: Lewis Hamilton (ING/Mercedes)
2: Nico Rosberg (ALE/Mercedes) 
3: Sebastian Vettel (ALE/Ferrari) 
4: Felipe Massa (BRA/Williams) 
5: Felipe Nasr (BRA/Sauber) 
6: Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull) 
7: Nico Hulkenberg (ALE/Force India) 
8: Marcus Ericsson (SUE/Sauber) 
9: Carlos Sainz Jr. (ESP/Toro Rosso) 
10: Sergio Pérez (MEX/Force India) 
11: Jenson Button (ING/McLaren) 

Não completaram: 
Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) 
Max Verstappen (HOL/Toro Rosso) 
Romain Grosjean (FRA/Lotus) 
Pastor Maldonado (VEN/Lotus)

Com gol no fim, Palmeiras escapa de protestos e vence XV no Palestra

Por conta das manifestações contra a presidente Dilma Rousseff programadas para este domingo, o Palmeiras enfrentou o XV de Piracicaba às 11 horas da manhã, e quem foi ao Palestra Itália esteve perto de encontrar motivos para protestar. O time, que perdeu do Santos na quarta-feira, não convenceu, mas contou com gol de Gabriel aos 39 minutos do segundo tempo para vencer por 1 a 0.
A finalização certeira do volante foi um alívio para a maioria dos 26.199 pagantes que estiveram no estádio. O Verdão continuou refém da sua mania de ficar tabelando em vez de chutar e marcou o gol quando já tinha um jogador a mais em campo – o volante Tony foi expulso aos 19 minutos do segundo tempo após receber o segundo amarelo em carrinho por trás na promessa palmeirense Gabriel Jesus.
A vitória aproxima o Palmeiras da vaga nas quartas de final do Paulista: a equipe atinge 21 pontos, tranquilo na liderança do grupo C, e com a semana para treinar até visitar o São Bernardo, às 17 horas (de Brasília) do próximo domingo. No mesmo dia e horário, o XV de Piracicaba, com dez pontos e fora da zona de classificação do grupo D, recebe o São Bento.
Fernando Dantas/Gazeta Press
Gabriel chutou de longa distância e assegurou a alegria dos palmeirenses no início da tarde de domingo
O jogo – Oswaldo de Oliveira manteve a escalação da derrota para o Santos, na quarta-feira, mas com uma alteração tática para ajustar a marcação deficiente e o sistema ofensivo inoperante na Vila Belmiro. O volante Gabriel se posicionou frequentemente como terceiro zagueiro, procurando Arouca para iniciar a saída de bola e transformando Lucas e Zé Roberto em alas.
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Na frente, a troca de posições se manteve, mas com Robinho mais próximo de Cristaldo. Nos primeiros minutos, o meia apareceu com frequência na área e o Palmeiras logo escolheu o lado esquerdo, com Dudu ou Allione, para focar suas tentativas de se aproximar do gol.
O XV de Piracicaba, porém, teve calma e se ajustou fazendo o básico. Toninho Cecílio, ex-zagueiro e gerente de futebol do Verdão, montou duas linhas de quatro bem próximas na intermediária defensiva. Mesmo com as constantes e lúcidas inversões de bola de Dudu, sempre havia tempo para alguém da equipe interiorana se recuperar e bloquear qualquer jogada próxima do gol de Roberto.
Neste cenário, se repetiu um erro que vem acompanhando este Palmeiras de 2015: a insistência em trocar passes demais em vez de chutar. Os visitantes não se incomodaram em ficar olhando e perseguindo a bola que ia de pé em pé dos que vestiam verde. Melhor ainda para o XV que os comandados de Oswaldo de Oliveira não mostram confiança para bater de longe.
Fernando Dantas/Gazeta Press
O argentino Allione e os seus companheiros esbarraram na marcação do XV no primeiro tempo
As tentativas de mostrar técnica parava também em mais atuações cheia de erros e poucas escolhas inteligentes de Lucas e Allione, autores de passes errados com frequência irritante. Com isso, as únicas jogadas que levaram algum perigo a Roberto foram finalizações de fora da área de Robinho e Lucas.
Para o segundo tempo, o Palmeiras resolveu dar dois passos à frente, para pressionar a saída de bola do XV, com Gabriel mais solto e Arouca buscando mais a bola. Llogo aos dois minutos, sentiu a consequência da estratégia: deu espaço para o rival atacar e, em cabeçada, Fernandes esteve perto de abrir o placar.

Mas o Verdão precisava vencer, e a torcida teve motivo para comemorar aos dez, quando fez festa na entrada de Gabriel Jesus no lugar do confuso Allione. A primeira consequência positiva da entrada do garoto apareceu aos 19 minutos: o camisa 33 recebeu carrinho perigoso, por trás, de Tony, que levou o segundo amarelo e deixou o XV com um a menos. Oswaldo logo quis aproveitar, substituindo Arouca por Leandro Pereira.

Mas de nada adiantou a maior presença ofensiva. O Palmeiras não abre mão de sua irritante mania de ficar trocando passes em vez de finalizar, e a entrada de Ryder no lugar de Cristaldo só fortaleceu essa ineficiente característica. Como era óbvio, o time levou perigo apenas em bola que sobrou para Gabriel Jesus, fora da área, bater rente à trave, já aos 35 do segundo tempo.
Fernando Dantas/Gazeta Press
Gabriel Jesus conseguiu levantar o público, mas desperdiçou algumas oportunidades na segunda etapa

























A salvação, contudo, veio de outro Gabriel, sem Jesus como sobrenome. Após outro bate-rebate na área, a sobra ficou para o volante enfiar o pé, jogando-o nas redes do goleiro Roberto, aos 39 minutos, e colocando um sorriso em quem já estava pronto ou tinha iniciado xingamentos contra o time.

Com reservas, São Paulo vira contra Ponte Preta antes da Libertadores

O técnico Muricy Ramalho deixou a grande maioria de seus principais jogadores fora da partida deste domingo e, mesmo sem jogar bem, o São Paulo derrotou a Ponte Preta por 2 a 1, de virada, no estádio Moisés Lucarelli. Com o foco voltado para a Copa Libertadores da América, o Tricolor teve apenas Rogério Ceni como titular absoluto escalado nesta décima rodada do Campeonato Paulista.
Mal organizado no início, o Tricolor sofreu com a Ponte, que abriu o placar com gol de Roni. Porém, Muricy Ramalho ajustou a defesa, e o time da capital se recuperou, depois de vários sustos em lances perigosos da Macaca. Os gols da virada saíram no segundo tempo. Paulo Miranda aproveitou cobrança de escanteio para igualar a contagem, enquanto Alan Kardec recebeu cruzamento da esquerda para garantir a vitória.
Com o resultado deste domingo, o São Paulo segue na liderança tranquila do grupo A do Estadual, com 23 pontos. Já a Ponte Preta aparece na segunda posição do grupo B, com 18, cinco atrás do Corinthians.
Agora, o Tricolor pode voltar a pensar exclusivamente na Libertadores. Com seus titulares descansados, o time de Muricy Ramalho tem importante confronto com o San Lorenzo, quarta-feira, no Morumbi.
Divulgação
Paulo Miranda marcou o primeiro gol do São Paulo no Moisés Lucarelli (Foto: Mauro Horita/saopaulofc.net)
O jogo - O esquema tático adotado por Muricy Ramalho não funcionou bem no início da partida, com o meia Boschilia jogando improvisado pela esquerda, enquanto Paulo Miranda, Lucão e Edson Silva tentavam proteger a meta de Rogério Ceni. Porém, o Tricolor levou um susto logo no começo, quando Roni pegou sobra na entrada da área e chutou perto da trave. Depois disso, os visitantes fizeram tentativas pela direita, mas os cruzamentos de Auro pararam na defesa.
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Mais organizada em campo, a Ponte abriu o placar. Aos nove minutos, Rodinei tabelou com Biro Biro pela direita e cruzou na segunda trave, onde Roni chegou nas costas de Auro e ganhou a disputa para cabecear para a rede. A equipe de Guto Ferreira percebeu que havia muita dificuldade do São Paulo em bloquear as jogadas pela esquerda de sua defesa. Por isso, os donos da casa insistiram pelo setor.
Rodinei fez nova tabela pela direita, desta vez com Rildo, e recebeu de volta na área para arrematar com força, exigindo defesa de Rogério Ceni. Do outro lado, Paulo Miranda tentou responder de cabeça, mas mandou para fora. Muricy Ramalho, então, tratou de fechar um pouco o lado esquerdo do São Paulo, diminuindo os avanços dos donos da casa pela região, deslocando Lucão como um lateral esquerdo.
O Tricolor passou a buscar mais o ataque e teve chance em cobrança de falta de Boschilia. A barreira abriu, mas João Carlos fez a defesa na batida por baixo. A Ponte ainda levou perigo novamente na primeira etapa, já que Bruno Silva carregou a bola pela intermediária e chutou forte, encobrindo Rogério Ceni e acertando o travessão.
No segundo tempo, as equipes voltaram sem alterações, mas o São Paulo tentou mostrar uma postura mais ofensiva. Já a Ponte se armou para buscar contra-ataques. No início da etapa final, Roni recebeu pela esquerda e bateu rasteiro, para defesa de Rogério Ceni.
Pouco depois, Renato Cajá recebeu pela intermediária e decidiu arriscar, mandando direto para fora, enquanto tinha Rildo aberto para chutar. Aos 13, Roni recebeu de Cajá na área, girou na frente de Edson Silva, que caiu, e chutou fraco, facilitando para Rogério Ceni.
No entanto, o São Paulo se lançou ao ataque em busca da reação. Thiago Mendes bateu falta da meia direita e viu a boa defesa do goleiro. Na cobrança do escanteio, aos 21, Paulo Miranda chutou de primeira de dentro da área e fez o gol do empate.
No decorrer da etapa, Guto Ferreira tirou Rildo para colocar Wellington. Já Muricy Ramalho tirou Hudson para colocar Rodrigo Caio, que não entrava em campo desde o ano passado, quando sofreu lesão no joelho esquerdo em agosto.
O São Paulo só definiu o resultado positivo aos 38 minutos do segundo tempo, quando Alan Kardec recebeu cruzamento de Ewandro da esquerda e mandou de peito para a rede, assegurando os três pontos em Campinas.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Joachim Low renova contrato com a seleção da Alemanha até 2018

A Federação Alemã de Futebol (DFB) anunciou, nesta sexta-feira, a renovação do contrato do técnico Joachim Low até o ano de 2018. O comandante é o atual campeão mundial a assumiu a equipe germânica logo após a Copa de 2006, mas só conseguiu o sucesso no Mundial realizado no Brasil no ano passado.
"Nós estamos muito felizes em anunciar que o treinador e a comissão técnica vão continuar ao nosso lado", declarou o presidente da Federação Alemã, Wolfgang Niersbach.
Determinado com os próximos desafios com a seleção da Alemanha, o treinador garantiu esforço para manter o sucesso da equipe. “Estou animado por nós termos muito em comum. A motivação é muito alta. Agradeço pela confiança da direção. Nós sentimos muito confortáveis com a DFB”, afirmou Low.
No próximo ano, Joachim terá como primeiro desafio a Eurocopa. Levantar a taça dessa competição continental é o maior objetivo dos germânicos, porque a última vez que a Alemanha conquistou esse campeonato foi em 1996.
AFP
O técnico está muito motivado com os próximos desafios que terá pela frente

Tite desafia jogadores do Corinthians a superar marcas de 2012 e 2014

Na tentativa de dar sequência ao bom início de temporada do Corinthians, o técnico Tite propôs dois desafios a seus jogadores. Pediu o melhor início de campanha do Campeonato Paulista nos últimos anos e cobrou que a defesa se mantenha intransponível por mais algumas partidas.
A equipe chegou a ficar sete partidas consecutivas sem tomar gol na última temporada, sob comando de Mano Menezes. No momento, está há cinco sem ter a rede balançada e superará a marca de 2014 se não for vazada nos confrontos com Red Bull, Danubio e Capivariano.
O treinador também instou o grupo alvinegro a superar o aproveitamento exibido nas primeiras 11 rodadas do Campeonato Paulista de 2012, com 29 pontos conquistados. O Corinthians tem hoje oito partidas disputadas no Estadual, com 22, e precisa superar Red Bull, Capivariano e Portuguesa para bater a meta.
“O Tite é detalhista demais, acredita que o ser humano é movido por desafios. Ontem, lançou o desafio de procurar ter um melhor percentual no Campeonato Paulista. Hoje, estamos com 92%. Em 2012, alcançou 88%”, explicou o auxiliar Fábio Carille, porta-voz da comissão técnica após o treinamento de sexta-feira.
Djalma Vassão/Gazeta Press
Tite propôs desafios aos seus jogadores, que ainda não perderam jogos oficiais na temporada 2015
Outra meta preta e branca é terminar a fase de grupos com a maior pontuação da Copa Libertadores. Na chave que se pintava como o “grupo da morte”, o time começou sua campanha com vitórias sobre os adversários considerados mais fortes, o São Paulo e o San Lorenzo.

“Sim, trabalhamos para isso. O grupo está muito ciente. O Tite tem falado muito de sermos o melhor sempre, independentemente da competição. Conseguimos duas vitórias importantes, o que faz nós pensarmos nisso e trabalharmos para que isso aconteça”, comentou Carille.
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Marcelo agradece apoio de jogadores e evita projetar futuro da carreira

Marcelo Fernandes chegou à sala de imprensa do CT Rei Pelé nesta sexta-feira para dar sua primeira entrevista coletiva como técnico efetivado do Santos. Com o novo cargo e os próximos desafios do time, o agora treinador já sentiu uma mudança de postura externa em cima de seu trabalho recém iniciado. “Vamos com calma”, brincou em meio às perguntas dos jornalistas.
Marcelo é muito bem quisto por funcionários, conselheiros e até diretores do clube. Mas a opinião do elenco, principalmente do capitão Robinho, foi fundamental para a escolha do mandatário alvinegro.
"Temos um convívio muito bom com todos, até com quem já saiu daqui. Muitos vieram falar comigo, a reciproca é verdadeira. Eles se sentem à vontade comigo, por isso esse gesto de amizade, não só comigo”, contou, ciente de que no futebol as coisas mudam repentinamente. “A pressão, quando tiver que acontecer, vai existir, mas estou preparado para tudo, pois estou comandando um time como o Santos", ressaltou. E essa relação amistosa com o grupo de trabalho, segundo o novo técnico, não vai interferir em seu trabalho, pelo contrário.
"Essa linha de trabalho eu seguia como auxiliar. Na linha de frente não tem problema também. Os jogadores sabem o jeito que eu trato, que eu tenho de cobrar, então, vai ser tranquilo", explicou, já deixando claro que não vai se afastar de ninguém por causa de sua nova função. "Se eu tiver que jogar um futevôlei, não tem problema algum. Tudo na hora certa é bem-vindo. Não vamos forçar nada além daquilo que é necessário para o clube", avisou.
Divulgação/Santos FC
“A pressão, quando tiver que acontecer, vai existir, mas estou preparado para tudo", disse Marcelo Fernandes
Quando questionado sobre a ambição em virar treinador definitivamente, Marcelo se mostrou cauteloso. Sem fazer projeções, o técnico que “dar um passo de cada vez” e prefere aguardar os desdobramentos da carreira.


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"Estamos falando de muita teoria, muita coisa para um caminho. Passamos pelo início, mas tem muita suposição. Não vou falar pensando à frente, se quero ficar ou não. Sou funcionário do clube, sou técnico. Por enquanto, não temos como pensar nisso", explicou, evitando cravar se seguirá definitivamente como comandante, mesmo que em outro clube, ou se aceitará retroceder à função de auxiliar, como ficou acertado com a diretoria santista, caso o clube opte por contratar outro treinador.
"Se coloque no meu lugar: tive uma reunião em que eu fui colocado como treinador contra o Botafogo e que já estavam providenciando alguma coisa. Eu estava desencanado para aquele jogo, mas estou aqui para trabalhar, crescer na vida. Mudaram os resultados, o time correspondendo, o jogo que fizeram contra o Botafogo e o Palmeiras, isso me fortaleceu”, relatou, antes de completar. “Hoje me colocaram aqui, estou muito feliz. Esse grupo fez com que eu fosse aceito, correspondendo da melhor forma possível. Hoje eu sou treinador, e sou funcionário do Santos. Estou tranquilo, deixa as cosias acontecerem, estão indo bem”, encerrou Marcelo Fernandes, que neste sábado comanda o alvinegro praiano diante do Marília, em partida válida pela 10ª rodada do Campeonato Palista.

Prass prevê time pronto só no Brasileiro e almeja mais competitividade

A derrota para o Santos reforçou no Palmeiras a ideia de que a equipe ainda está em formação. O goleiro Fernando Prass, um dos líderes do elenco, lembra que muitos jogadores chegaram para esta temporada e acredita que dificilmente a equipe estará pronta antes do Campeonato Brasileiro.
“É uma frustração muito grande perder clássico, ainda mais de virada e começando o jogo de maneira boa. Frustra bastante, até pela expectativa que criamos no jogo. Mas temos mais de 80% do grupo novo, com comando e estrutura novos. Não pensem que vamos ter time pronto até o Brasileiro, porque remodelação não é feita em três, quatro meses. Podemos colher resultados antes, mas ter time pronto, lapidado e com nível de apresentação alto leva um pouco de tempo”, comentou.
Nesta temporada, o Palmeiras enfrentou apenas três times da Série A nacional e perdeu todos, contra Ponte Preta, Corinthians e Santos. Fernando Prass não se desespera com os números, mas reconhece a necessidade de melhora da equipe.
Divulgação
Fernando Prass quer Palmeiras mais competitivo depois da derrota no clássico (Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras)
“Disputamos dois clássicos e não vencemos. Claro que mostra que temos de melhorar e ser mais competitivos, ter mais competência. Mas o que mais penso é na atuação em campo. Temos de melhorar e assim estaremos mais perto de vitórias, não só em clássicos. Isso acontece em qualquer jogo, para dar condições reais de brigar pelo título”, afirmou.

Mesmo com os tropeços, o Palmeiras segue na liderança tranquila do grupo 3 do Paulistão, com 18 pontos. Ao avaliar o desempenho nos únicos tropeços no campeonato, Prass entende que o Palmeiras apresentou futebol parelho ao dos adversários.
“Contra a Ponte, fizemos um jogo igual, até com superioridade, com o goleiro deles fazendo dois milagres impressionantes. Contra o Corinthians, também fizemos um jogo equilibrado e tivemos chances claras, e eu também fiz algumas defesas. Mas o detalhe pendeu para o Corinthians. Começamos bem contra o Santos e, depois, mudou no fim do primeiro tempo. O segundo tempo foi mais igual, mas não aproveitamos quando estávamos melhor”, completou.
O próximo jogo do Palmeiras no Campeonato Paulista será na manhã de domingo, contra o XV de Piracicaba, no Palestra Itália.
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Lindas histórias ao alcance de suas mãos.

Aidar põe fim às suposições mediante nota oficial e dá respaldo a Muricy

Farto das especulações alimentadas nos últimos dias, que davam conta da insatisfação de Muricy Ramalho com relação à instabilidade dos bastidores do São Paulo, o presidente Carlos Miguel Aidar resolveu esclarecer a situação. Por meio de uma nota oficial divulgada nesta sexta-feira, o mandatário garantiu que o treinador seguirá no São Paulo até o fim do contrato, chegando ainda a garantir que renovação do vínculo só depende da vontade do seu empregado.
“Soltamos essa nota com o intuito de cessar as especulações. Para que não haja mais dúvidas. Queremos dar tranquilidade ao Muricy e ao elenco para eles produzirem o melhor que podem e buscarem o que querem, que são os títulos”, justificou Aidar em entrevista à Rádio Bandeirantesnesta sexta. “O Muricy precisa de paz para trabalhar, e acredito que essa nota vai trazer a tranquilidade que a gente deseja”, prosseguiu.
Questionado mais a fundo sobre os motivos que vem fazendo Muricy descontente, o presidente disse desconhecer a razão, caso contrário “atacaria o ponto”. “Evidentemente, existem pessoas que não querem a paz interna no São Paulo e devem estar falando do clube, dando informações distorcidas. Não há necessidade de abordar o tema, o que tinha que ser dito já foi escrito na nota, é o retrato da manifestação oficial do clube”, comentou, deixando claro o apreço que tem pelo técnico.
Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Em entrevista, Aidar garante que quer dar tranquilidade a Muricy no Tricolor e até cogita renovação
“Chega de especulações! O Muricy é o nosso treinador, tem a cara do São Paulo, teve grandes conquistas aqui e já salvou o time de situações ruins. Tem muito serviço a prestar, é a grande figura do clube e será tratado assim enquanto estiver aqui. Se ele quiser continuar após o atual contrato, será um prazer para mim renovar”, disse. “Não quero que o Muricy se deixe levar por uma palavra mal posta por alguém. O Muricy é uma figura maravilhosa, queremos que ele fique conosco não só até o fim do contrato”, acrescentou.
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Divirta-se
Relatando o sacrifício que foi feito para conseguir créditos junto a empresas bancárias e arcar com os débitos, colocando as contas do Tricolor em dia, Aidar lamentou não poder atender às reclamações da torcida em relação ao preço dos ingressos. “O preço vinha lá embaixo há muito tempo, talvez a mudança repentina de preço tenha causado uma surpresa. Pensei em rever o preço, mas não posso fazê-lo por ter vendido até para a última partida contra o Corinthians aqui no Morumbi. O que eu vou fazer é permitir que os menores de sete anos entrem de graça, decisão que foi tomada nesta sexta”, esclareceu.