terça-feira, 25 de novembro de 2014

Este é o maior artilheiro da Copa dos Campeões


Rivais do Brasil projetam confrontos difíceis durante a fase de grupos

A repercussão do chaveamento da Copa América 2015, que foi sorteado em evento na noite da última segunda em Viña del Mar, no Chile, não se deu de forma muito distinta nos países pertencentes ao Grupo C do torneio, que além da Seleção Brasileira, conta com Colômbia, Peru e Venezuela. De comum acordo, os treinadores latinos assumiram que todos os confrontos da fase de grupos serão disputados e que, apesar da soberania na América do Sul, o Brasil não ‘assusta mais’ do que as demais equipes.
Responsável pela reconstrução – e renovação – da seleção peruana, o técnico Pablo Bengoechea está certo de que seus atletas buscarão a melhor preparação para tentar fazer uma boa campanha no torneio, que terá início em junho de 2015, e alcançar o principal objetivo, que é passar da primeira fase. “Sabíamos que seriam rivais importantes, vamos nos preparar da melhor maneira para competir na Copa América. Respeitaremos o Brasil assim como a todos os outros adversários. Esperamos que este torneio seja uma grande oportunidade para mostrar que o futebol peruano está crescendo”, comentou Pablo em entrevista ao jornal El Comercio.
Um dos confrontos mais aguardados desta chave acontecerá em Santiago, capital do Chile, no dia 17 de junho. Menos de um ano depois do Mundial, Brasil e Colômbia reeditarão o confronto das oitavas de final da Copa, que ficou marcado pela entrada de Zuniga em Neymar, causando a contusão que tirou o camisa 10 da semifinal contra a Alemanha.
Divulgação
Artilheiro da última edição, em 2011, atacante Guerrero é uma das principais esperanças da seleção peruana
Apesar de destacar que o Brasil tenta recuperar a confiança após a eliminação vexatória na Copa do Mundo, o treinador argentino José Pékerman, que fez história ao classificar a Colômbia pela primeira vez as quartas de final de um Mundial, fez questão de valorizar o equilíbrio presente entre as equipes na América do Sul.
“Queremos lutar pelas vitórias, esta equipe tem uma mentalidade voltada para a competição e tentará ganhar. Sabemos que temos bons jogadores, mas encaramos o torneio como uma prova a mais para confirmar o nome da Colômbia entre as melhores seleções. Há um equilíbrio muito grande na América do Sul”, ponderou o técnico em entrevista ao Ás.
Assim como o Peru, a Venezuela chega ao Grupo C com menos chances de classificação, se considerarmos o retrospecto recente nas Eliminatórias. Apesar de saber da limitação do grupo, o técnico Noel Sanvicente acredita que a seleção vinotinto pode surpreender os favoritos à classificação Colômbia e Brasil. “Temos a intenção que os jogadores possam se cuidar e se preparar para chegar ao torneio em boas condições. Precisamos estar bem fisicamente porque enfrentaremos três equipes que trabalham bem a bola”, alertou ao El Nacional.
AFP
Após resultado histórico na Copa do Mundo, Pékerman rechaça "revanche" contra Brasil e admite dificuldade

Santos está a um jogo de igualar maior jejum dos últimos 92 anos

Santos e Botafogo se enfrentam no próximo domingo, na Vila Belmiro, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 17 horas (de Brasília). A partida, a princípio decisiva apenas para os cariocas, que precisam desesperadamente de uma vitória para ainda sonhar com a permanência na Série A, também pode representar um marco na história do Peixe. Isso porque o alvinegro praiano chegou ao nono jogo sem vitória após o revés por 1 a 0 no clássico diante do São Paulo, na Arena Pantanal, em Cuiabá. Já são sete rodadas sem sair de campo com os três pontos no Brasileirão, além dos dois confrontos contra o Cruzeiro, pela semifinal da Copa do Brasil, que decretou a eliminação do time de Enderson Moreira com uma derrota por 1 a 0, no Mineirão, e um empate por 3 a 3 no estádio Urbano Caldeira.
Com isso, caso não supere os botafoguenses, em casa, domingo, o Santos igualará as marcas das temporadas de 1987 e 2008, quando ficou 10 partidas sem vencer. A sequência negativa só não é pior que os 13 jogos sem vitória na campanha do time no longínquo ano de 1921.
“O jejum incomoda todos os atletas, comissão técnica, mas temos de levantar a cabeça nas derrotas para que o Santos possa planejar bem 2015. O que fica de legado depois da eliminação da Copa do Brasil é que precisamos caminhar para ter uma equipe mais competitiva”, explicou o técnico Enderson Moreira.
Em 1921, o Peixe perdeu 12 vezes e empatou uma partida antes de acabar com o jejum. Já em 1987, o time de Vila Belmiro empatou em sete oportunidades e foi derrotado três vezes, sendo que na sequência de 10 partidas, seis jogos foram pelo Campeonato Paulista e quatro pelo Campeonato Brasileiro. Em 2008, porém, foram cinco empates e cinco derrotas, todos válidos pelo Brasileirão. Agora, Enderson Moreira tenta acabar com a série de sete jogos sem vitória na principal competição da elite nacional. Foram cinco derrotas e dois empates, que são somados aos dois duelos – uma derrota e um empate - pela Copa do Brasil.
Gazeta Press
Em baixa, Santos poderá igualar recerode histórico de jejum caso perca para o Botafogo no domingo
A última vez que o Santos saiu de campo vencedor foi justamente no clássico contra o Palmeiras, pela 29ª rodada, dia 19 de outubro. Na ocasião, os santistas ganharam por 3 a 1, atuando como visitante, no Pacaembu.
Bater o Botafogo, na Vila, domingo, além de acabar com a incômoda série negativa, também excluirá a possibilidade de chegar a 11 jogos sem vitória e, ai sim, decretar a pior marca isoladamente dos últimos 92 anos da história do Santos. Vale lembrar que o Peixe encerra sua participação no Campeonato Brasileiro deste ano contra o Vitória, no Barradão, em Salvador, Bahia. Após isso, o time entra de férias com muitas incógnitas sobre a temporada de 2015, inclusive sobre o comando técnico, pois nem mesmo Enderson Moreira sabe se terá oportunidade de dar continuidade no seu trabalho.
“Não tenho tido contato com os candidatos (à presidência na eleição de 6 de dezembro), mas é algo que vai da cabeça de cada um. Eu me sinto preparado. Se eu tivesse desde o início do ano, se tivesse participado da montagem da equipe, muita coisa poderia ter acontecido favoravelmente. Tenho muita vontade de desenvolver um trabalho no Santos, mas estou muito tranquilo, porque sei como funciona o futebol. Se decidirem por outro técnico, é vida que segue”, avisou o atual treinador.

Nova diretoria santista terá de decidir o futuro de 11 jogadores

No dia 6 de dezembro, o sócio torcedor do Santos decide o novo presidente para o próximo triênio do clube. E a nova diretoria não terá tempo para respirar. Já ao assumir o comando do alvinegro praiano, a situação de pelo menos 11 jogadores precisará ser definida de imediato. Isso porque o goleiro Vladimir, os atacantes Rildo e Jorge Eduardo, os zagueiros Bruno Uvini, Neto e Vinicius Simon, e o volante Renato têm contrato até 31 de dezembro.
Além disso, outros quatro jogadores que estão emprestados a outros clubes também aguardam a manifestação do Peixe. É o caso do lateral-direito Rafael Galhardo, que está no Bahia, do volante Lucas Otávio e do meia Pedro Castro, ambos hoje no Paraná, e do atacante Lucas Crispim, que estava defendendo o Vasco da Gama.
Com a proximidade da eleição presidencial, o Comitê de Gestão santista vai aproveitar a reunião do Conselho Deliberativo desta terça-feira à noite para tentar a liberação para negociar atletas do elenco, já que o estatuto do Peixe não permite a venda de direitos federativos três meses antes da eleição. A tentativa do atual presidente Odílio Rodrigues é uma atitude quase que desesperada para conseguir receitas extras neste fim de ano. Os jogadores estão sem receber seus respectivos salários na íntegra há três meses.
Modesto Roma Jr., Nabil Khaznadar, Orlando Rollo, Fernando Silva e José Carlos Peres são os cinco candidatos a assumir o lugar de Odílio Rodrigues.
Divulgação/Santos FC
Rildo é um dos jogadores com contrato próximo do fim

domingo, 23 de novembro de 2014

CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO INGLÊS


CONHEÇAM O MAIOR CLÁSSICO DO FUTEBOL MUNDIAL


CAMPEÕES BRASILEIROS


TETRA


Presidente do Atlético-PR: Adriano não teve força para vencer a dependência

O presidente do Atlético-PR, Mario Celso Petraglia, admitiu que não teve sucesso na contratação do atacante Adriano e assumiu parte da culpa pelo negócio não ter dado certo. Segundo ele, uma experiência anterior com um jogador com problemas com antidoping teve resultado positivo no clube, mas o problema de Adriano com o álcool não foi vencido.
Em entrevista ao programa "Camarote PFC", do canalPremiere, este problema foi determinante para afastar jogador que agora tenta fechar contrato com o Le Havre, da Segunda Divisão francesa.
"Nós tivemos um episódio bem-sucedido com o goleiro (Rodolfo), que tinha problemas com antidoping, e o recuperamos. Então houve uma solicitação do Adriano porque era o único clube com estrutura e condições, fora do eixo Rio-São Paulo. Nós realmente nos sensibilizamos. Esse erro foi meu, porque essa decisão foi minha. Conversei com ele, ele se mostrou um bom rapaz, mas infelizmente ele não teve a força suficiente. Iniciou muito bem, mas depois não teve força suficiente para se manter fora da dependência", disse o dirigente.
Petraglia ainda disse que "não tem a menor condição" de Adriano se recuperar.
"Ele reluta muito, tem uma autodefesa forte nesse sentido, não acredita muito nesse caminho. Mas nós tentamos, nossa área médica é forte, nosso vice-presidente tem uma clínica de recuperação no Paraná e é especialista nesse tipo de problema psicológico, mas não foi possível", explicou.
O presidente do Atlético-PR considera que o esforço acabou influindo no restante do grupo, que viu um jogador ter privilégios.
Adriano fez seu último jogo em abril. Pelo Atlético-PR, ele fez quatro jogos e marcou apenas um gol.

Hamilton ganha bicampeonato e Massa faz melhor resultado desde 2012

O inglês Lewis Hamilton conquistou o bicampeonato do Mundial de Fórmula 1 na manhã deste domingo ao vencer o Grande Prêmio de Abu Dhabi. Já o brasileiro Felipe Massa, segundo colocado, alcançou seu melhor resultado desde a temporada de 2012.
Hamilton iniciou a prova com 17 pontos de vantagem e ultrapassou o alemão Nico Rosberg já na largada. Após o triunfo no Circuito de Yas Marina, o inglês chega aos 384 pontos ganhos e termina com 67 de vantagem em relação ao companheiro na Mercedes – a etapa de Abu Dhabi ofereceu pontuação dobrada.
Já Felipe Massa largou bem e contou com um problema no carro de Rosberg, 14º colocado, para terminar no segundo posto, à frente do finlandês Valtteri Bottas. O brasileiro não conseguia um resultado como esse desde a edição de 2012 do Grande Prêmio do Japão, quando ainda competia pela Ferrari. Com dois pódios seguidos – foi terceiro em Interlagos -, ele repete a temporada de 2010.
A Corrida – A largada do Grande Prêmio de Abu Dhabi foi decisiva. O alemão Nico Rosberg, pole position, começou de maneira vagarosa e acabou ultrapassado por Lewis Hamilton. Já o brasileiro Felipe Massa tomou terceiro lugar do finlandês Valtteri Bottas, que caiu para o oitavo posto.
Punidos por participarem do treino classificatório, realizado no sábado, com uma irregularidade na asa dianteira, o alemão Sebastian Vettel e o australiano Daniel Ricciardo foram obrigados a largar dos boxes. Rapidamente, os pilotos da Red Bull fizeram uma série de ultrapassagens, assim como Bottas.
Após as primeiras paradas dos líderes Hamilton e Rosberg, Massa sentiu por alguns momentos o gosto de liderar, o que se repetiu durante a corrida. Na 24ª volta, Bottas ultrapassou Ricciardo e assumiu a quarta colocação, ficando imediatamente atrás do brasileiro, seu companheiro na Williams.
AFP
Inglês Lewis Hamilton comemora 11ª vitória na temporada e segundo título na F-1. Foto: Marwan Naamani
Por volta do 25º giro, Rosberg passou a sofrer um problema no carro, aparentemente no sistema de recuperação de energia. Com sua Williams rendendo bem, Massa se aproximou rapidamente do alemão e, duas voltas depois, ultrapassou-o com facilidade.
Desesperado no volante da Mercedes, Rosberg reclamou seguidamente pelo rádio com os integrantes de sua equipe, mas não conseguiu permanecer entre os primeiros colocados. Na 44ª volta, Felipe Massa parou nos boxes e voltou com pneus super macios.
O piloto brasileiro, em jejum de vitórias na Fórmula 1 desde a temporada de 2008, retornou à pista disposto a tentar atacar Hamilton nas últimas voltas. O piloto britânico, no entanto, soube como controlar o rendimento de sua Mercedes e não correu riscos.
Nos boxes da Mercedes, o príncipe Harry felicitou Lewis Hamilton pelo rádio – ele e Graham Hill são os dois únicos ingleses com dois títulos mundiais na história da Fórmula 1. Em êxtase, o piloto parou para pegar uma bandeira britânica e voltou a acelerar.
Confira o resultado do Grande Prêmio de Abu Dhabi:
1: Lewis Hamilton (ING/Mercedes)
2: Felipe Massa (BRA/Williams) 
3: Valtteri Bottas (FIN/Williams) 
4: Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull) 
5: Jenson Button (ING/McLaren) 
6: Nico Hulkenberg (ALE/Force India) 
7: Sergio Perez (MEX/Force India) 
8: Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) 
9: Fernando Alonso (ESP/Ferrari) 
10: Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) 
11: Kevin Magnussen (DIN/McLaren) 
12: Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso) 
13: Romain Grosjean (FRA/Lotus) 
14: Nico Rosberg (ALE/Mercedes) 
15: Esteban Gutierrez (MEX/Sauber) 
16: Adrian Sutil (ALE/Sauber) 
17: Will Stevens (ING/Caterham)

Não completaram
Kamui Kobayashi (JAP/Caterham) 
Pastor Maldonado (VENLotus) 
Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso)